29 junho 2010

Ler, ler e ler é sempre bom!

Moça Com Brinco de Pérola
Estou deixando hoje uma dica de livro pra quem curti um bom romance, se delicie nessas férias.



Moça Com Brinco de Pérola conta a história de Griet, uma menina holandesa de 
16 anos de idade que se torna uma empregada na casa do pintor Johannes Vermeer. Sua calma e sua percepção não só a ajuda nos deveres domésticos, 
mas também chama a atenção do pintor. Embora diferente em sua criação, educação e 
posição social, eles têm um modo semelhante de olhar para coisas. Vermeer a puxa lentamente para o mundo das pinturas - o retrato, imagens 
luminosas de mulheres solitárias em colocações domésticas. Em contraste com o trabalho dela no estúdio do mestre, Griet tem que manter seu lugar em uma casa católica caótica administrada pela esposa volátil de Vermeer, Catharina, a astuta sogra Maria Thins, e a 
ferozmente leal empregada Tanneke. Seis crianças (e contando) preenchem a casa, dominadas por Cornelia de seis anos de idade, uma menina danosa que vê mais que ela deve. À beira de feminilidade, Griet atrai também as atenções crescentes de 
um açougueiro local e do protetor de Vermeer, o rico Van Ruijven. E ela tem que achar uma maneira de lidar com esta vida nova e estranha fora da família 
protestante amorosa onde ela cresceu, agora fragmentada por um acidente e uma 
morte. Como Griet se torna parte do trabalho do mestre dela, a intimidade crescente 
deles esparrama rompimento e ciúme dentro da casa ordenada e até mesmo - 
como o escândalo vaza para fora - abala o mundo exterior.

03 janeiro 2010

Vênus para 2010

Astrologia para 2010: o ano de Vênus


Confira as previsões de Monica Horta para todos os signos


Do ponto de vista da astrologia, 2010 vai ser mesmo um ano importante porque vai representar um desses momentos em que a realidade muda radicalmente e a história também toma outra direção.
Regido por Vênus, que representa a senhora do amor e da imaginação, 2010 vai ser um ano extraordinariamente criativo, mas vai ser também um ano de crises. Quatro gigantes do céu vão estar em desarmonia. A tensão entre Plutão, Saturno, Urano e Júpiter só tem paralelo com a que estava no céu em 1930, mas isso não significa que vamos viver outra Grande Depressão.
O que 2010 vai ter em comum com 1930 é a intensidade dos acontecimentos, tanto para o bem como para o mal. Pode ser uma nova (e diferente) manifestação da crise econômica ou uma descoberta científica tão importante como foi o domínio da energia nuclear. Pode vir uma catástrofe natural de grandes proporções ou uma “virada” radical na maneira como enfrentamos a degradação do meio ambiente.
Para os que cultivam a vida espiritual, o encontro entre Júpiter e Urano pode representar uma iluminação. Para os artistas, a descoberta de novas linguagens para expressar as inspirações que vão chegar do céu. Para os que estão envolvidos nos processos sociais, uma nova forma de fazer política.
A única coisa certa é que as mudanças que vêm aí vão nos obrigar a pensar diferente, descobrir outra maneira de estar no mundo. Para cada um dos signos do Zodíaco, essa luta de gigantes vai se manifestar em determinadas áreas da vida. Veja as previsões para cada signo:

Áries
Para os arianos, que desde 2008 estão questionando o lugar que ocupam na sociedade, a tensão do céu vai atingir todas as relações de parceria, com consequências diretas na vida profissional ou no status social. Com Júpiter e Urano entrando na primeira casa, eles vão ser invadidos por um espírito libertário. Como Saturno está na casa dos relacionamentos estáveis, os parceiros, tanto da vida pessoal como da vida profissional, vão levar a culpa de todos os desconfortos e de todas as insatisfações. No começo e no final do ano, o generoso Júpiter de Peixes vai ajudar a perceber que essa insatisfação só se resolve encontrando um espaço legítimo para a imaginação e se responsabilizando pela tarefa de desenvolver o seu potencial criativo. Tomara que esse espaço esteja conquistado até a metade do ano.
Touro
Para os taurinos, o conflito do céu vai colocar em lados opostos a ordem humana e a ordem divina. Apesar de serem beneficiados pela energia forte de Plutão em Capricórnio, eles vão enfrentar situações em que tudo parece fugir de qualquer tipo de controle e terão de reorganizar a vida de outro jeito. Difícil para quem gosta tanto de manter as coisas como estão. Os sete anos que Urano vai passar pelo signo de Áries serão importantes para todas as formas de exploração do inconsciente. O trabalho voluntário, principalmente o de cunho social, vai lhe fazer muito bem – principalmente porque distrai a atenção dos pequenos problemas do cotidiano, que estão sendo ampliados por Saturno. Se o cotidiano parecer insuportável, imagine como quer que ele seja no futuro e dê a partida no projeto que vai transformar esse sonho em realidade.
Gêmeos
Os geminianos vão começar o ano a mil por hora, com Júpiter criando oportunidades e exagerando as expectativas de sucesso profissional. Vão até gostar da exigência de perfeição teórica com que Saturno anda torturando os outros seres humanos. Afinal, eles também pertencem a um signo de ar e adoram construir modelos e fazer projetos. As coisas vão ficar mais complicadas no meio do ano, quando Urano e Júpiter entram juntos no signo de Áries. As perspectivas de futuro podem mudar radicalmente e exigir uma nova estratégia que vai bater de frente com a tática construída por Saturno. Com Saturno em Libra, a vida vai testar a sua capacidade de enfrentar desafios individuais. Não fuja da raia.
Câncer
Os sensíveis filhos da Lua também vão começar o ano muito felizes, sonhando com horizontes mais amplos, com novas formas de aprendizado ou até vivendo uma experiência marcante relacionada à fé. A conjunção entre Júpiter e Urano em Peixes pode soprar uma vontade irresistível de fugir para longe e se livrar dos problemas de relacionamento que nascerem e cresceram desde que Plutão entrou em Capricórnio. A crise coletiva do meio do ano vai bater exatamente no eixo que une o mundo interno, a relação com a família e a expectativa de felicidade com os desafios e oportunidades do mundo exterior que vão ser multiplicados pelo céu. A vida vai desafiar os cancerianos a abandonarem a proteção da casca do caranguejo e a experimentarem uma nova maneira de estar no mundo. De preferência, apoiados nos próprios pés.
Leão
Os leoninos vão enfrentar 2010 animados pela energia de Marte, que fica no seu signo até o dia 8 de junho. No momento em que Urano e Júpiter entrarem em Áries, Marte vai entrar no signo de Virgem e apontar para a importância da técnica em todos os processos criativos. No começo e no final do ano você vai receber uma ajuda importante, tanto do ponto de vista material como do ponto de vista espiritual. E essa ajuda que vai lhe impulsionar numa nova aventura que tanto pode ser uma viagem, uma nova forma de aprendizado ou uma nova forma de comunicação. A tensão fica por conta de Saturno que, colocado na casa da linguagem e dos relacionamentos próximos, pode fazer você se sentir incompreendido e tornar muito difícil suportar qualquer tipo de crítica.
Virgem
Para os organizados virginianos, que desde 2008 estão recebendo uma energia positiva de Plutão em um signo de terra, o desafio maior de 2010 vai ser o de ser capaz de aceitar ajuda e aprender a confiar no outro. Com Saturno entrando na casa onde nós avaliamos a nossa capacidade de responder aos desafios do mundo material, o medo da pobreza pode atrapalhar muito o seu desempenho profissional. A única coisa que pode aliviar esse medo é investir em todas as formas de aperfeiçoamento da sua competência. No começo e no fim do ano, Júpiter e Urano vão trazer novas e estimulantes possibilidades de parceria. O problema é que elas estão condicionadas à capacidade de aceitar a ordem do outro que, às vezes, pode parecer caótica ou incompreensível. Tente não entrar em pânico com as mudanças coletivas.
Libra
Para quem nasceu no signo de Libra, a chegada de Saturno corresponde ao fechamento de um ciclo que começou em 1980 e teve momentos importantes em 1988, 1996 e 2003. De alguma forma, perguntas que precisavam ser respondidas nessa época serão colocadas de novo, provavelmente todas relacionadas com a maneira como você lida com os outros. A diferença é que agora você está tendo de trabalhar com uma intensidade emocional extraordinária, consequência da presença de Plutão na casa dos sentimentos. Não estranhe se de repente você perceber que está se comportando como os passionais filhos de Escorpião. A coisa se complica, ou se resolve, quando Urano e Júpiter entrarem em Áries e a vida cismar em lhe oferecer relacionamentos diferentes de todos os que você já viveu até agora.
Escorpião
Os filhos de Escorpião não costumam ter medo de crises, ao contrário, se saem muito bem delas. Desta vez não vai ser diferente, mas eles vão ter que enfrentar, no sentido inverso, o mesmo desafio do pessoal de Touro: o confronto entre a ordem humana e a ordem divina. Há muito tempo que você sabe que precisa encontrar uma nova linguagem ou escolher um novo caminho. A crise do meio do ano vai mexer diretamente com o seu cotidiano e a vida vai mostrar e impor uma nova ordem. A saúde também vai precisar de atenção e você pode ser obrigado a fazer mudanças na rotina e na alimentação. As tarefas vão se multiplicar, mas você precisa reservar algum tempo para ficar sozinho e refletir sobre o que está acontecendo. Com Saturno entrando na casa doze, você vai perceber na prática que nós só podemos organizar ou controlar uma parte pequena da nossa vida.
Sagitário
Como filhos diletos de Júpiter, os sagitarianos vão receber com alegria as novidades que o encontro do seu regente com Urano está espalhando no mundo. Como são o oposto de Gêmeos, também vão precisar responder perguntas sobre o presente e o futuro. Desde que Plutão entrou em Capricórnio, os sagitarianos estão sendo obrigados a rever drasticamente a sua escala de valores. A preocupação com conquistas materiais e independência financeira complica a discussão sobre até onde é possível mexer nos projetos para o futuro em função da descoberta de novos talentos ou novos interesses. Esse vai ser o seu problema principal em 2011, mas vai se manifestar agudamente no meio de 2010.
Capricórnio
Para quem nasceu em Capricórnio, a vida social vai se transformar num peso e a ânsia de liberdade vai se dirigir para a vida pessoal e para a relação com a família. Desde o final de 2008, quando Plutão entrou no seu signo, os capricornianos estão se sentindo pressionados a dar o melhor de si. Agora, com Saturno no signo de Libra, essa exigência de ser o melhor em tudo pode ficar insuportável. Com Urano no fundo do céu, a gente se sente como a cigarra que, num determinado momento, percebe que não cabe mais na casca que ela mesma construiu. Como o que você vai sentir esse ano é só um trailer da questão fundamental de 20011, aproveite o dom de comunicação que está recebendo de Júpiter e Urano em Peixes. Se divirta com as pequenas viagens que a vida vai oferecer e converse muito. Não deixe que a tensão atinja um ponto insuportável.
Aquário
Para os aquarianos, o ano começa próspero, com Júpiter e Urano trazendo novas oportunidades e fazendo eles se sentirem muito competentes. Desfrute dessa generosidade do céu, mas preste atenção na inquietação que está sendo provocada por Plutão – que desde 2008 entrou na casa do inconsciente e de tudo o que acontece na vida fora do seu ângulo de visão. Com Plutão na casa 12, só uma boa terapia ou um mergulho muito profundo numa experiência espiritual pode aliviar a sensação desagradável de que alguém ou alguma coisa invisível está tramando contra você. Com a entrada de Urano no signo de Áries, você terá que se deslocar muito e cuidar de muitas coisas ao mesmo tempo. Cuidado para que isso não leve a um estresse.
Peixes
Para os piscianos, está chegando a hora de colher os frutos do processo libertário que Urano detonou em 2003. Desde o ano passado, Plutão está mostrando que é preciso mudar os planos de vida e talvez se integrar a algum projeto coletivo. Em janeiro, quando Júpiter entrar no seu signo, o céu vai oferecer a confiança que faltava para colocar a vida em movimento. No meio do ano, a crise coletiva pode lhe obrigar a tomar um rumo diferente, a fazer alguma coisa que nunca tinha pensado antes. O complicado é que, com Saturno na casa 8, você não vai poder contar com ajuda de um parceiro ou de qualquer recurso que não seja seu. Não lamente, aposte no seu talento. E trate de aproveitar bem o retorno de Júpiter e Urano ao seu signo. Com os dois juntos, você vai ser capaz de fazer mágicas maravilhosas.

25 outubro 2009

Boca-a-Boca! Adoroooo!!!

Conheça os 30 beijos do Kama Sutra



Beijo é uma poderosa arma de sedução

Quem disse que "um beijo é só um beijo" certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir.

O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados.


O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o "sétimo céu".


Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência.


Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:


1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.


2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.


3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.


4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.


5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho" beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro.


6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se "luta de língua".


7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).


8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.


9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.


10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.


11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.


12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.


13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.


14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.


15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.


16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.


17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.


18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.


19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.


20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.


21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.


22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.


Onde há amor, há dor " não concordo muito com essa frase mas há quem goste"
Segundo a tradição erótica da Índia, a mordida é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de mordidas com toda riqueza de detalhes.


As mordidas costumam ser dadas em quase todas as partes do corpo e vão desde a mordida brincalhona, mais provocadora que erótica, até o forte apertão com os dentes que costuma ser dado no calor da paixão e faz com que os orgasmos sejam mais duradouros. No entanto, muitos costumam evitar este último tipo de mordida, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas muito evidentes. Também porque durante o orgasmo as mandíbulas podem sofrer um espasmo e fechar com força, o que pode ocasionar feridas.


As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são:


23. Mordida de Javali
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro.


24. A nuvem quebrada
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito.


25. Mordida escondida
É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior.


26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.


27. O ponto
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho.


28. A linha dos pontos
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa.


29. O coral e a jóia
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.


30. A linha de jóias
Quando se dá uma mordida com todos os dentes.

19 setembro 2009


Sexo Tântrico

Por Gabriela Cabral

O sexo tântrico é a maneira de fazer com que o orgasmo seja prolongado a fim de ter prazer durante um maior período. É um processo que eleva o nível do sexo segurando cada vez mais o orgasmo. A duração do sexo tântrico é um pouco fora da normalidade, pois se consegue 12 horas de sexo ininterrupto.

O sexo tântrico pode ser praticado a qualquer hora e segundo os praticantes melhora não só a vida sexual, mas a qualidade de vida, a criatividade, o rendimento físico e a expectativa de vida. Segundo eles, isso ocorre pela quantidade de energia retida no organismo que, quando liberada dá uma sensação de prazer inigualável.

Para praticar o tantrismo existem várias formas, entre elas:

• À luz de velas, música suave, incenso, flores e lençóis macios;

• Fazer exercícios de relaxamento para abaixar a freqüência respiratória, cardíaca e cerebral para entrar em sintonia;

• O exercício deve ser feito: os dois sentados, de costas um para o outro. Primeiro tapam uma narina e respira pela outra repetindo por sete vezes invertendo o movimento.

• Inspirar profundamente e soltar o ar naturalmente;

• Sentarem de frente um para o outro, nus com as pernas cruzadas;

• Trocarem olhares e deixarem com que as carícias aconteçam naturalmente;

• Trocarem carícias lentamente;

• Retardar a penetração até que o desejo seja insuportável;

• Após 30 minutos da etapa anterior a mulher escolhe uma posição e convida o homem a penetrá-la;

• Não deve haver pressa para que ao chegar ao clímax, separar-se e controlar a respiração por segundos;

• Repetir o processo várias vezes;

05 junho 2009

Quem não trocaria a beleza dessas palavras por um sim?!


Amado

Vanessa Da Mata

Composição: Vanessa da Mata

Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr-do-sol, postal, mais ninguém

Peço tanto a Deus
Para lhe esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus

Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais

É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer

Sinto absoluto o dom de existir,
Não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina

É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você

28 maio 2009

Uma Cervejinha agora hen!!!!!!!

Uma cerveja é qualquer uma das variedades de bebidas alcoólicas produzidas pela fermentação de matéria com amido, derivada de cereais ou de outras fontes vegetais. As fábricas de cerveja e de algumas outras bebidas alcoólicas são geralmente chamadas de cervejarias (breweries, em inglês). Em termos históricos, a cerveja era já conhecida pelos sumérios, egípcios e mesopotâmios, desde pelo menos 4 000 a.C. Como os ingredientes usados para fazer cerveja diferem de acordo com o local, as características (tipo, sabor e cor) variam amplamente.


A mais longínqua notícia que se tem da cerveja vem de 2600 a 2350 a.C. Desta época, arqueólogos encontraram indícios, escritos em uma placa de barro com o Hino a Ninkasi, a deusa da cerveja, de que os sumérios já produziam a bebida. Já na Babilônia dá-se conta da existência de diferentes tipos de cerveja, originadas de diversas combinações de plantas e aromas e o uso em diversas quantidades de mel. O Código de Hamurabi, rei da Babilônia entre os anos de 1792 e 1750 a.C., incluía várias leis de comercialização, fabricação e consumo da cerveja, relacionando direitos e deveres dos clientes das tabernas.

Posteriormente, no antigo Egito, a cerveja, segundo o escritor grego Ateneu de Náucratis (século III d.C.), teria sido inventada para ajudar a quem não tinha como pagar o vinho. Inscrições em hieróglifos e obras artísticas testemunham sobre o gosto deste povo pelo henket ou zythum, preferida por todas as camadas sociais. Até um dos faraós, Ramsés III (1184-1153 a.C.), passou a ser conhecido como "faraó-cervejeiro" após doar aos sacerdotes do Templo de Amon 466.308 ânforas ou aproximadamente um milhão de litros de cerveja provenientes de suas cervejeiras.


Cerveja em um bar de Bruxelas

Praticamente qualquer açúcar ou alimento que contenha amido pode, naturalmente, sofrer fermentação. Assim, bebidas semelhantes à cerveja foram inventadas de forma independente em diversas sociedades em redor do mundo. Na Mesopotâmia, a mais antiga evidência referente à cerveja está numa tabua sumeriana com cerca de 6.000 anos de idade, na qual se vêem pessoas tomando uma bebida através de juncos de uma tigela comunitária. A cerveja também é mencionada na Epopeia de Gilgamesh. Um poema sumeriano de 3.900 anos, homenageando a deusa dos cervejeiros, Ninkasi, contém a mais antiga receita que sobreviveu, descrevendo a produção de cerveja de cevada utilizando pão.

A cerveja tornou-se vital para todas as civilizações produtoras de cereais da antiguidade clássica, especialmente no Egipto e na Mesopotâmia. O Código Babilônico de Hamurabi dispunha que os taverneiros que diluíssem ou sobretaxassem a cerveja deveriam ser supliciados.

A cerveja teve alguma importância na vida dos primeiros romanos, mas durante a República Romana, o vinho destronou a cerveja como a bebida alcoólica preferida, passando esta a ser considerada uma bebida própria de bárbaros. Tácito, em seus dias, escreveu depreciativamente acerca da cerveja preparada pelos povos germânicos.

No idioma eslavo, a cerveja é chamada piwo (pronuncia-se "pivo"), do verbo pić(pronuncia-se "pítch"), "beber". Por isso, piwo pode ser traduzido como "bebida", o que demonstra a importância que lhe é concedida.

O Kalevala, poema épico finlandês coligido na forma escrita no século XIX, mas baseado em tradições orais seculares, contém mais linhas sobre a origem da fabricação de cerveja do que sobre a origem do homem.

A maior parte das cervejas, até tempos relativamente recentes, eram do tipo que agora chamamos de ales. As lagers foram descobertas por acidente no século XVI, quando a cerveja era estocada em frias cavernas por longos períodos; desde então elas ultrapassaram largamente as cervejas tipo ale em volume (veja abaixo a distinção). O uso de lúpulo para dar o gosto amargo e preservar é uma invenção medieval. O lúpulo é cultivado na França desde o século IX. O mais antigo escrito remanescente a registrar o uso do lúpulo na cerveja data de 1067 pela Abadessa Hildegarda de Bingen: "Se alguém pretender fazer cerveja da aveia, deve prepará-la com lúpulo." No século XV, na Inglaterra, a fermentação sem lúpulo podia dar origem a uma bebida tipo ale - o uso do lúpulo torná-la-ia uma cerveja. A cerveja com lúpulo era importada para a Inglaterra (a partir dos Países Baixos) desde cerca de 1400, em Winchester. O lúpulo passou a ser cultivado na ilha a partir de 1428. A Companhia dos Fabricantes de Cerveja de Londres foi tão longe que especificou "nenhum lúpulo, ervas, ou outra coisa semelhante será colocada dentro de nenhuma ale ou bebida alcoólica enquanto a ale estiver sendo feita - mas somente um licor (água), malte e uma levedura". Contudo, por volta do século XVI, "ale" veio a referir-se a qualquer cerveja forte, e todas as ales e cervejas continham lúpulo.

12 maio 2009


Pablo Ruiz Picasso (Málaga, 25 de outubro de 1881Mougins, 8 de abril de 1973) foi reconhecidamente um dos mestres da Arte do século XX. É considerado um dos artistas mais famosos e versáteis de todo o mundo, tendo criado milhares de trabalhos, não somente pinturas, mas também esculturas e cerâmica, usando, enfim, todos os tipos de materiais. Ele também é conhecido como sendo o co-fundador do Cubismo, junto com Georges Braque.

10 maio 2009

A Quimica da Paixão

FISIOLOGIA DA PAIXÃO

Vejamos se com essas informações fica mais facil deixar de gostar de alguem a hora que quizermos! aiaiai eu acho que não é tão simples assim!

O ENCÉFALO, OS NEUROTRANSMISSORES E A PAIXÃO

O chamado diencéfalo ou cérebro primitivo, comum a todos os mamíferos, intervém, através do hipotálamo, no desejo, no interesse sexual e também recolhe as informações que chegam do exterior e dos hormônios, controlando-os e dando as respostas da excitação sexual, ejaculação, sensações de prazer e regulando as respostas emocionais e afetivas no comportamento sexual.

O sistema límbico discrimina e seleciona os estímulos, reconhecendo os sinais de saciedade (estar satisfeito) e inibindo o comportamento sexual.

A nossa sexualidade apresenta-se não apenas em nível dos estímulos (visuais,fantasias ,etc) ,como também na participação muito importante da emoção e sobretudo na aprendizagem. Algumas partes do nosso cérebro relacionam o ambiente e a cultura às nossas respostas sexuais. O resultado pode ter maior ou menor eficácia dando aos parceiros, maior ou menor prazer.

Razão, fantasia, emoção e aprendizagem se misturam em nosso cérebro dando respostas curiosas no dia a dia sexual do ser humano.

Os neurotransmissores cumprem uma função indispensável na ativação do impulso sexual, como por exemplo, quando as carícias e beijos levam a lubrificação vaginal e à ereção peniana.

Os cientistas conhecem a feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la à paixão. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.

O “affair” da feniletilamina com a paixão teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.

PAIXÃO X TEMPO

Existe um limite de tempo para homens e mulheres sentirem os arroubos da paixão? Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, sim. Ela diz: "seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que a paixão possui um "tempo de vida" longo o suficiente para que o casal se conheça, copule e produza uma criança.

A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo amor-paixão: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância, e permanece junto. "Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação", diz a Dra. Hazan.

Os homens parecem ser mais susceptíveis à ação dessas substâncias. Eles se apaixonam mais rápida e facilmente que as mulheres. E a Dra. Hazan é categórica quanto ao que leva um casal a se apaixonar e reproduzir: "graças à intensidade da ilusão romanceada, achamos que escolhemos nossos parceiros; mas a verdade é conhecida até mesmo pelos zeladores dos zoológicos: a maneira mais confiável de se fazer com que um casal de qualquer espécie reproduza é mantê-los em um mesmo espaço durante algum tempo".

Com base em outras pesquisas desenvolvidas pela Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers e autora do livro The Anatomy of Love, pode-se fazer um quadro com as várias manifestações e fases do amor e suas relações com diferentes substâncias químicas no corpo:

Manifestação

Conceito

Substância mais associada

Luxúria

Desejo ardente por sexo

Testosterona (aumento da libido – desejo sexual)

Atração

Amor no estágio de euforia, envolvimento emocional e romance

  • Altos níveis de dopamina e norepinefrina (noradrenalina): ligadas à inconstância, exaltação, euforia, e a falta de sono e de apetite.

  • Baixos níveis de serotonina: tendo em vista a ação da serotonina na diminuição de fatores liberadores de gonadotrofinas pela hipófise, quanto mais serotonina menos hormônio sexual.

Ligação

Atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura.

Ocitocina (associada ao aumento do desejo sexual, orgasmo e bem-estar geral) e vasopressina (ADH), associada à regulação cardiovascular, atuando no controle da pressão sangüínea.

OS SENTIDOS E A PAIXÃO

VISÃO

A visão é, provavelmente, a fonte de estimulação sexual mais importante que existe.

No homem, existem numerosos estímulos visuais envolvidos na atração sexual, que vão muito além da visão dos genitais do sexo oposto. A forma de mover-se, um olhar, um gesto, inclusive a forma de vestir-se, são estímulos que, enquanto potencializam a capacidade de imaginação do ser humano, podem resultar mais atraentes que a contemplação pura e simples de um corpo nu.

Segundo o neurobiólogo James Old, o amor entra pelos olhos.

Imaginemos duas pessoas que não se conhecem e se encontram em uma festa:

è Ambos se olham e imediatamente se avaliam, o que ativa neocórtex, especializado em selecionar e avaliar.

è O primeiro nível de avaliação de ambos será o biológico (tem orelhas, duas pernas etc) e enfim, geneticamente saudável.

è Depois a análise continua por padrões baseados na experiência de cada um: tipos físicos reforçados como positivos pelos pais, amigos e meios de comunicação.

è Simultaneamente se avaliam dentro de seu tempo e cultura: numa sociedade propensa a sucumbir a pragas e escassez de alimentos, mulheres mais cheinhas eram sinônimo de saúde e fortaleza.

Elas são mais seletivas

O neurobiólogo aponta que no caso feminino também existe um fator adicional e mais abstrato: o poder (também ocorrem mudanças com o tempo e cultura)

Segundo o pesquisador, como as mulheres geneticamente têm menos oportunidades para procriar (o número de gametas femininos é menor do que o de espermatozóides), elas buscam no selecionado a capacidade de prover e proteger seus filhos.

AUDIÇÃO

No homem, a aparição da linguagem representa um passo muito mais avançado como meio de solicitação sexual. Em praticamente todas as sociedades humanas, o uso de frases e canções amorosas constitui uma das preliminares mais habituais. Libertado o cérebro da carga social, uma frase erótica, sussurrada ao ouvido, pode resultar tão incitadora quanto um bramido de elefante na imensidão da selva.

De acordo com investigações do Krasnow Institute for Advanced Study of George Mason University, não só as primeiras palavras, mas também os tons de voz deverão responder aos padrões de saúde e genética desejados na escolha do(a) parceiro(a).

TATO: a pele com a qual amamos

A superfície do corpo humano, com aproximadamente dois metros quadrados de extensão é, poderíamos dizer, o maior órgão sexual do homem. Mais do que simplesmente um dos sentidos, o tato é a resultante de muitos ingredientes: sensibilidades superficiais (epidérmicas e dérmicas), profundas - como a proprioceptiva, ligada a movimento -, vontade de explorar e atividade motora, emoções, memória, imaginação.

Existem cerca de cinco milhões de receptores do tato na pele - as pontas dos dedos tem uns 3.000 que enviam impulsos nervosos ao cérebro através da medula. O tato é provavelmente o mais primitivo dos sentidos. É a mais elementar, talvez a mais predominante experiência do ser humano, mesmo naquele que ainda não chegou a nascer. O bebê explora o mundo pelo tato. Assim, descobre onde termina seu corpo e onde começa o mundo exterior. Esse sentido é seu primeiro guia.

Imagem: BEAR, M.F., CONNORS, B.W. & PARADISO, M.A. Neurociências – Desvendando o Sistema Nervoso. Porto Alegre 2ª ed, Artmed Editora, 2002.

O sentido do tato proporciona um contato imediato com os objetos percebidos e, na relação humana, é uma experiência inevitavelmente recíproca: pele contra a pele provoca imediatamente um nível de conhecimento mútuo. Na relação com o outro, não é possível experimentá-la.

Encontramos homens com problemas sexuais que não beijam, não abraçam e nem acariciam sua parceira. Para quê? Pensam eles. Este modelo de comportamento impede que muitos casais desfrutem do prazer que pode proporcionar o simples fato de dar e receber carícias.

A estimulação tátil é uma necessidade básica, tão importante para o desenvolvimento como os alimentos, as roupas, etc.. O contato físico é a forma de comunicação mais íntima e intensa dos seres humanos, segundo alguns estudos, até os mais insignificantes contatos físicos tem notáveis efeitos.

Nós realmente "sentimos com o olho da mente" - Uma região do cérebro envolvida no processamento do sentido da visão é também necessária para o sentido do tato. Resultados da Universidade de Emory, que confirmam o papel do córtex visual na percepção táctil (toque), foram publicados na edição da revista Nature de 06/10/1999.

As conclusões do estudo são relevantes para o entendimento de não apenas como o cérebro normalmente processa a informação sensorial, "mas também como o processamento é alterado em condições como cegueira, surdez ou torpor e, principalmente, para melhoria dos métodos de comunicação em indivíduos que sofrem de tais desordens", de acordo com Krishnankutty Sathian, Ph.D.

Até recentemente, cientistas acreditavam que regiões separadas do cérebro processavam a informação advinda de vários sentidos. Essa idéia está sendo, agora, desafiada. As descobertas recentes de que o córtex visual de deficientes visuais é ativado durante a leitura em Braille não são tão surpreendentes se apreciadas por este contexto. Os resultados obtidos pelo grupo de pesquisa demonstram que uma região do córtex cerebral, associada à visão, é ativada quando os humanos tentam distinguir a orientação através do tato.

Juntamente aos depoimentos subjetivos da imagem visual e a ativação cortical parieto-occiptal associada, as descobertas levam a crer que o processamento visual facilita a discriminação tátil normal de orientação. Isso, provavelmente, está relacionado ao fato de que geralmente confiamos no sistema visual para nos orientarmos.

PALADAR

Desde muito cedo, a boca é a primeira fonte de prazer. Com 16 semanas de vida, além de fazer caretas, levantar as sobrancelhas e coçar a cabeça, as papilas gustativas já estão desenvolvidas. A experiência tem demonstrado que o feto faz careta e para de engolir quando uma gota de substância amarga é colocada no líquido amniótico. Por outro lado, uma substância doce provoca a aceleração dos movimentos de sucção e deglutição.

Aliás, o prazer do paladar continua na fase em que o bebê se amamenta através do mamilo da sua mãe. Daí para frente, o paladar fica cada vez mais apurado.

A boca é uma das partes que compõem o rosto de qualquer pessoa. Quanto a isto, não restam margem para dúvidas. Mas o que se calhar não sabe, é que a zona bocal é a última parte a adquirir todas as formas e recortes finais, embora seja a primeira a sentir as emoções iniciais da vivência.

A língua é a base de todo o paladar e a boca é uma das partes mais sensíveis do corpo e mais versáteis. Um beijo combina os três sentidos de tato, paladar e olfato. Favorece o aparelho circulatório, aumenta de 70 para 150 os batimentos do coração e beneficia a oxigenação do sangue. Sem esquecer que o beijo estimula a liberação de hormônios que causam bem-estar. Detalhe: na troca de saliva, a boca é invadida por cerca de 250 bactérias, 9 miligramas de água, 18 de substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina, 711 miligramas de materiais gordurosos e 45 miligramas de sais minerais. As terminações nervosas reagem ao estímulo erótico e promovem uma reação em cadeia. Ao mesmo tempo, as células olfativas do nariz – mais próximas da boca – permitem tocar, cheirar e degustar o outro.

OLFATO

O amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais embaixo, no nariz. "Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo", explica Maria Rosa García Medina, especialista em sentidos químicos do Laboratório de Pesquisas Sensoriais do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), da Argentina.

Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados ferormônios.

Estudos têm demonstrado que a maior parte das espécies de vertebrados tem um órgão situado na cavidade nasal denominado órgão vomeronasal (OVN). A finalidade do OVN parece ser exclusivamente a de detectar sinais químicos – os ferormônios - envolvidos no comportamento sexual e de marcação de território.

Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência dos ferormônios baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de ferormônios por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. Os ferormônios podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros.

Os defensores da Teoria dos Ferormônios vão ainda mais longe: dizem que o "amor à primeira vista" é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. Os ferormônios – atestam – produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que vamos nos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos "apaixonados" – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Ferormônios.

Com ou sem ferormônios, é fato que a sensação de "amor à primeira vista" relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química?

Um tradicional exemplo do estreito vínculo entre olfato e desejo é a síndrome de Kalman, um quadro genético de alteração hormonal que prejudica a puberdade e que está acompanhado por uma ausência congênita do olfato. Com a ajuda de tratamento, esses pacientes chegam a ter níveis normais de hormônios, mas não recuperam o olfato e isso têm efeitos diretos em sua vida afetiva.

O laboratório canadense Pheromone Sciences Corp. isolou e caracterizou os diversos ferormônios extraídos do suor. Uma primeira pesquisa revelou que o composto pode estimular a libido em homens e mulheres. Os pesquisadores esperam que, em um futuro não muito distante, esse derivado de ferormônios possa servir como tratamento efetivo e seguro para determinadas disfunções sexuais. Inclusive como complemento de remédios como o Viagra.

"Alguns derivados dos ferormônios já são usados para casos de frigidez feminina e ajudam na primeira etapa da sexualidade, que é o desejo", afirma García Medina. "Isso pode ter um grande potencial em outros tipos de disfunções sexuais, mas ao mesmo tempo, reacende questões éticas: É lícito interferir dessa forma no comportamento de uma pessoa?"

Não há duas pessoas que possuam exatamente o mesmo cheiro, embora haja algumas semelhanças entre membros de uma mesma etnia. O odor corporal é fortemente influenciado pelo tipo de alimentação e influencia nossas preferências por certos aromas. Pessoas que gostam de comidas muito temperadas também preferem fragrâncias fortes e penetrantes, como as que contêm patchuli, sândalo ou gengibre. Aquelas que consomem mais laticínios preferem fragrâncias florais, como lavanda e néroli (flor de laranjeira).

A alimentação branda porém saudável dos japoneses, baseada principalmente em peixes, verduras e arroz, em conjunto com os banhos freqüentes e meticulosos, é uma das razões pelas quais seu odor corporal é praticamente inexistente, ao menos para o olfato de outras etnias. Os japoneses são atraídos por fragrâncias delicadas.

E, enquanto os esquimós são tidos como tendo cheiro de peixe e os africanos cheiro de amoníaco, o resto do mundo concorda que o cheiro azedo dos europeus é o mais nauseante (neste caso não seria pela conhecida carência de banho?).

Há duas décadas atrás, cientistas europeus conseguiram reproduzir os ferormônios em laboratório. Alguns anos mais tarde, empresários americanos compraram a fórmula, fabricaram o produto em quantidades industriais e o engarrafaram em belos vidrinhos. Agora, os tais ferormônios estão à venda na Internet. O representante brasileiro do perfume americano The Scent promete: "É garantido! Você vai conquistar a mulher dos seus sonhos pelo cheiro". No site da empresa, o extrato de ferormônios é promovido como um "afrodisíaco natural", uma "química revolucionária", um "grande segredo vindo da natureza"; em síntese: "um estimulante sexual da mulher", que foi "inteligentemente mascarado como uma colônia masculina". Segundo seus fabricantes, este produto mágico age diretamente no subconsciente da mulher, despertando seu desejo sexual sem que ela saiba o porquê de se sentir loucamente atraída pelo galã perfumado. Mesmo sem explicações válidas, o site jura que "ela ficará totalmente a sua mercê". Ficou curioso? As belas promessas continuam: "você usa, é invisível, não tem cheiro, ninguém ficará sabendo, só você. É a ciência médica interferindo na nossa vida sexual, uma arma que ajudará nas suas conquistas". Segundo os responsáveis pelo produto, o sujeito que utilizar a poderosa colônia atrairá todos os olhares femininos, gerando "mais contatos imediatos e, sem dúvida, uma vida sexual mais ativa do que poderia um dia imaginar, não importa a sua aparência, não importa o nível social. Onde quer que você esteja, passará a chamar muita atenção, como um imã". Mas será que funcionam mesmo? Como você já deve ter percebido, o mesmo perfume ou loção após a barba, exala diversos cheiros em diferentes pessoas, especialmente naquelas do sexo oposto. À medida que a fragrância vaporiza e interage com nossa química própria, várias mudanças do aroma tornam-se perceptíveis.

Finalizando

Apesar de todas as pesquisas e descobertas, existe no ar uma sensação de que a evolução, por algum motivo, deu-se no sentido de que o amor não-associado à procriação surgisse – calcula-se que isto se deu há aproximadamente 10.000 anos. Os homens passaram realmente a amar as mulheres, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de máquinas de proteção.

A despeito de todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deve haver algo mais entre o céu e a terra...

De qualquer forma, quando decidimos que temos química com alguém, o mais provável é que estejamos literalmente certos.

08 maio 2009

O que você pediria a uma Fada?


A fada é um ser mitológico, característico dos mitos célticos, anglo-saxões, germânicos e nórdicos.
Segundo Schoereder (s/d., p. 66), o nome fada "vem do latim fatum, que significa fado, destino. Dessa forma, acredita-se que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas."
As fadas também são conhecidas como sendo as fêmeas dos elfos. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando "asas de libélula" nas costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.

07 maio 2009

Inverno!

A tendência para o inverno 2009, vai ser uma continuação da moda verão. Os hits do verão, como o macacão, calça saruel, xadrez, estampa de bicho, renda, zíperes à mostra, balonê e o babado, continuarão a ser desfilados no inverno. O que eu achei fantástico... pois irá economizar muito o nosso dindin.

Com a volta do balonê e o babado, é claro que elas não poderiam ficar de fora... as mangas bufantes.
Também terá o retorno das meias coloridas e estampadas neste inverno. Outra novidade também, é que este inverno vai ter muito brilho nos tecidos.

06 maio 2009

A magia da meditação


A palavra meditação vem do Latim, meditare, que significa Voltar-se para o centro no sentido de desligar-se do mundo exterior e voltar a atenção para dentro de si. Em sânscrito, é chamada dhyana, obtida pelas técnicas de dharana (concentração), no chinês dhyana torna-se ch'anna e sofre uma contração tornando-se Ch'an e Zen em japonês.

Prática

É fácil se observar que nossas mentes encontram-se continuamente pensando no passado (memórias) e no futuro (expectativas). Com a devida atenção, é possível diminuir a velocidade dos pensamentos, para se observar um silêncio mental em que o momento presente é vivenciado. Através da meditação, é possível separar os pensamentos da parte de nossa consciência que realiza a percepção.

É possível obter total descanso numa posição sentada e por conseguinte atingir maior profundidade na meditação assim dissolver preocupações e problemas que bloqueiam sua mente.


Posição de meia lótus

Uma posição possível é a posição de lótus completo, o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita e o pé direito apoiado sobre a coxa esquerda. Outros podem sentar em meio lótus, o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita ou o pé direito sobre a coxa esquerda. Há pessoas que não conseguem sentar em nenhuma dessas posições e por isso podem sentar a maneira japonesa, ou seja, com os joelhos dobrados e o tronco apoiado sobre ambas as pernas. Pondo alguma espécie de acolchoado sob os pés, a pessoa pode facilmente permanecer nessa posição por hora ou hora e meia.

Mas na verdade qualquer pessoa pode aprender a sentar em meio lótus, ainda que no início possa causar alguma dor. Gradualmente, após algumas semanas de treino, a posição se tornará confortável. No início, enquanto a dor ainda causar muito desconforto, a pessoa, deve alterar a posição das pernas ou a posição de sentar. Para as posturas de lótus completo e meio lótus convém sentar-se sobre uma almofada, de forma a que os dois joelhos se apóiem contra o chão. Os três pontos de apoio dessa posição proporcionam uma grande estabilidade.

Mantenha as costas eretas. Isso é muito importante. O pescoço e a cabeça devem ficar em alinhamento com a coluna. A postura deve ser reta mas não rígida. Mantenha os olhos semi-abertos, focalizados a uns dois metros à sua frente. Mantenha leve sorriso. Agora comece a seguir sua respiração e a relaxar todos os músculos. Concentre-se em manter sua coluna ereta e em seguir sua respiração. Solte-se quanto a tudo mais. Abandone-se inteiramente. Se quiser relaxar os músculos de seu rosto, contraídos pelas preocupações, medo e tristeza, deixe um leve sorriso aflorar em sua face. Quando o leve sorriso surge, todos os músculos faciais começam a relaxar. Quanto mais tempo o leve sorriso for mantido, melhor.

À altura do ventre, pouse sua mão esquerda com a palma voltada para cima sobre a palma da mão direita. Solte todos os músculos dos dedos, braços e pernas. Solte-se todo como as plantas aquáticas que flutuam na corrente, enquanto sob a superfície das águas o leito do rio permanece imóvel. Não se prenda a nada a não ser à respiração e ao leve sorriso.

Para os principiantes, convém não ficar sentado além de vinte ou trinta minutos. Durante esse tempo você tem que ser capaz de obter descanso total. A técnica para tal obtenção reside em duas coisas: observar e soltar, observar a respiração e soltar tudo mais. Solte cada músculo de seu corpo. Após uns quinze minutos, uma serenidade profunda poderá ser alcançada, enchendo-o interiormente de paz e contentamento. Mantenha-se nessa quietude.Esta prática é dos melhores remédios para aliviar o stresse.

Duração

Vinte a trinta minutos é provavelmente a duração típica de uma sessão de meditação. Praticantes experientes frequentemente observam que o tempo de suas sessões de meditação se prolongam com o tempo.

Objetivos

Os objetivos podem variar, assim como as técnicas de execução. Ela pode servir simplesmente como um meio de relaxamento da rotina diária, como uma técnica para cultivar a disciplina mental, além de ser um meio de se obter insights sobre a real natureza ou a comunicação com Deus. Muitos praticantes da meditação têm relatado melhora na concentração, consciência, auto-disciplina e equanimidade.